segunda-feira, 30 de maio de 2011

Todas as manhãs


Acorde! Acorde! Ei! Abra os olhos, levante!

Pra quê?

Ora, pra quê?! Para o mundo, a vida, as cores, o vento!

E de que me serve tudo isso?

E de que lhe serve ficar aí?

Aqui não há luz, não há dor, não há tempo, não há ontem, nem amanhã.
Aqui eu não vivo. Aqui eu não existo.